O Grand Hyatt São Paulo foi destaque na revista Você RH de Janeiro/2017, confira a reportagem!

 

O Grand Hyatt São Paulo foi destaque na revista Você RH de Janeiro/2017, em uma reportagem sobre a diversidade no ambiente de trabalho. A reportagem contou ainda com uma entrevista do Diretor de Recursos Humanos da Hyatt para a América Latina, Miguel Bermejo.

Confira alguns dos destaques:

 

JOVENS MUDANÇAS

Executivos de Recursos Humanos são forçados a rever antigas crenças e a adaptar as práticas de gestão de pessoas a fim de se adequar às novas gerações

 

De setembro a novembro de 2016, alunos de todo o país tomaram 961 escolas e universidades em protesto à reforma do ensino médio e à PEC 241, na qual o governo estipulava um teto para os gastos públicos com a educação. Em decorrência das ocupações, o Ministério da Educação foi obrigado a adiar por um mês o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) de 21.000 inscritos.

Esse é um exemplo das mudanças que as novas gerações estão impondo à sociedade. No mundo corporativo, também há relatos de funcionários “ocupando” a empresa para lutar contra alterações na política de benefícios e de pagamentos de horas extras – e de executivos de RH voltando atrás nas decisões.

Por desconhecer os valores das gerações atuais, os mais velhos julgam que os millennials (de 18 a 34 anos) são contestadores, quando, na verdade, estão  mostrando que valorizam a expressão pessoal e querem fazer parte da decisão. “Esse comportamento é visto como insatisfação ou birra, mas, na verdade, mostra que o jovem quer ser ouvido. Quando ele não questiona é porque não se importa.”, diz Chip Espinoza, professor na Universidade de Concordia, da Califórnia, nos Estados Unidos, e autor dos livros Managing the Millennials (“Gerenciando os Millennials, numa tradução livre) e Millennials @ work (“Millennials no trabalho”, numa tradução livre), ambos sem versão para o português.

A rede de hotéis Hyatt não esperou os protestos para perceber que era hora de mudar. Com uma mão de obra na faixa dos 25 anos de idade, a empresa notou, por meio das pesquisas de empatia, o desejo dos funcionários de compartilhar das decisões. Passou a fazer enquetes para definir o cardápio do restaurante, com três opções de refeição. Parece pouco, mas a organização conseguiu elevar em 40% a satisfação dos empregados com a alimentação. “Nossa tendência, como recursos humanos, de decidir pelos outros, pode prejudicar na retenção dos jovens, porque eles querem participar da escolha”, diz Miguel Bermejo, diretor de RH para a América do Sul da Hyatt.

Há um ano e meio, a companhia trouxe professores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, para fazer um trabalho de design thinking e reinventar a relação da organização com seus públicos interno e externo. “Pedimos sugestões e acatamos”, afirma Bermejo. O código de vestimenta, até então muito formal, foi flexibilizado para os que não estão em contato direto com o público. “Banimos a gravata e o medo de mostrar algum aspecto da personalidade, como cabelos coloridos, tatuagens ou piercings”, diz o executivo. A integração também mudou: antes de começar o serviço para valer, o recém-contratado passa 4 horas observando sua futura área, conversando com os colegas e com o chefe, não só sobre o dia a dia mas também sobre a vida fora do trabalho. Os demais treinamentos e cursos agora são feitos em sua maior parte por jogos eletrônicos ou de tabuleiro. No fim, o ganho é de todos. “Os profissionais de outras gerações gostaram das novidades”, diz Bermejo.

(…) – continua.

FONTE: Revista Você RH: http://vocerh.uol.com.br/

 

Carnaval Paulistano - Grand Hyatt Sao Paulo